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Tubarões Azuis iniciam em Cabo Verde estágio para o Mundial’2026

Tubarões Azuis iniciam em Cabo Verde  estágio para o Mundial’2026


A selecção cabo-verdiana de Futebol vai arrancar em Cabo Verde o estágio de preparação para a sua inédita participação no Mundial de futebol’2026,  tendo a FCF prevista  concentração  em várias ilhas. 
O calendário internacional de preparação, segundo anunciou o presidente da FCF, Mário Semedo,  passa por um jogo frente à Eslovénia, a 31 de Maio, em Portugal, e outro diante de Porto Rico, a 07 de Junho, nos Estados Unidos.
Mário Semedo revelou ainda o interesse na realização de uma partida amigável contra a selecção de Portugal, embora a concretização do encontro não dependa apenas da federação nacional.
Cabo Verde, que se  prepara para a sua estreia absoluta no Mundial 2026, está inserido no Grupo H, juntamente com os antigos campeões do mundo Espanha e Uruguai, além da Arábia Saudita.

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Para o Mundial’2026, a ser disputado nos EUA, México e Canadá,  Cabo Verde apresentou esta quinta-feira, na cidade da Praia,   os novos equipamentos da selecção nacional, cujo padrão aposta numa imagem renovada que assenta nos pilares da "união, resiliência e ambição".
Mário Semedo afirmou que a nova camisola simboliza o compromisso de reforçar a união entre os residentes e a vasta diáspora cabo-verdiana.
“É uma mensagem de resiliência e de união cada vez maior com a diáspora, que é um sector muito importante”, realçou, sublinhando que o actual momento resulta de “muito trabalho e seriedade”.

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O novo equipamento é fruto de uma parceria com a marca Capelli Sport, seleccionada após a FCF analisar várias propostas na sequência da qualificação histórica dos “Tubarões Azuis” para a fase final do Campeonato do Mundo. Segundo o dirigente, a empresa apresentou as melhores condições para apoiar a selecção.
As camisolas já se encontram disponíveis para venda “onlin”’, prevendo-se o início da comercialização física em Cabo Verde para breve, com a distribuição sob responsabilidade da própria marca.
Sobre o risco de contrafacção, Mário Semedo reconheceu ser uma preocupação real, mas manifestou confiança de que as autoridades de fiscalização saberão dar combate às possíveis falsificações.
 

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